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Aeroporto Plínio Alarcon será preparado para receber novos voos

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A Prefeitura de Três Lagoas se organiza para viabilizar uma série de investimentos no Aeroporto Municipal Plínio Alarcon, inaugurado em 2013.

Embora tenha recebido várias melhorias ao longo dos tempos, para ampliar os voos e receber grandes jatos, ainda requer investimentos maiores.

É o que informou o secretário municipal de Administração Gilmar Tabone que responde atualmente pela administração do aeroporto, juntamente com uma equipe técnica.

No seu entendimento, assim como a cidade, o aeroporto ainda tem um grande potencial de crescimento, tendo em vista os novos investidores que miram Três Lagoas e necessitam de um aeroporto moderno e funcional.

Nos últimos anos os investimentos foram na regularização de documentações, cumprindo exigências da Anac e também dos Bombeiros. Ou seja, o aeroporto foi colocado para funcionar dentro da legislação vigente.

Como o aeroporto não é autossustentável, a Prefeitura tem com ele um gasto anual de cerca de R$ 1,5 milhão, sendo que é arrecadado apenas R$ 400 mil.
Pista

Um dos investimentos pretentidos, segundo Tabone, é a reforma da pista que, apesar de não apresentar problema, requer melhorias, dentro das normas da Anac que, conforme Tabone, obriga a existência de uma pista segura, para manter a segurança.

De acordo com o secretário, a Azul, companhia aérea que é uma das grandes parceiras do aeroporto, se comprometeu em colocar jatos para atender à demanda local, caso sejam melhorados os investimentos. Uma das grandes procuras pelo público, segundo Tabone, é por voos para Campo Grande.

Além da possibilidade de a Azul suprir tal carência, a administração do aeroporto está em contato também com a Passaredo nesse sentido, uma vez que a empresa voltou a operar em Araçatuba e Dourados.

Um dos benefícios da Passaredo – que deixou de operar na cidade em junho do ano passado por conta de uma readequação em sua malha – são os voos diretos para São Paulo, enquanto que os da Azul, fazem conexão em Viracopos (Campinas).

Hangares

Outro desafio da administração do aeroporto é colocá-lo para funcionar por instrumentos, a fim de que receba voos regulares. Nesse sentido, há dois anos está em andamento um projeto para retirada dos hangares do interior para serem construídos na lateral do aeroporto.

De propriedade de empresários e pecuaristas locais, os hangares impedem a implantação das melhorias necessárias. Os empresários já foram informados desta necessidade e, segundo Tabone, já demonstraram interesse em promover as mudanças. Os hangares são de pequeno porte e precisam ser padronizados.

Tabone explica que o aeroporto não é utilizado apenas por empresários do ramo de celulose, mas que executivos de várias empresas de grande porte também usam aviões particulares. “O aeroporto é de extrema importância e precisa ter a estrutura necessária que facilite a vida dos empresários”, disse.

 

(Com informações de Aurora Villalba)