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Gerson, Bruno Henrique, Gabigol. Fla aberto a propostas, após fracasso – Prisma

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São Paulo, Brasil


Pedro Rocha já é o primeiro nome que o Flamengo abrirá mão, depois dos fracassos na Libertadores e na Copa do Brasil.


O clube não gastará 8 milhões de euros, cerca de 8 milhões de euros, R$ 50,7 milhões, com o atacante. Mesmo um novo empréstimo, junto ao Spartak de Moscou, não interessa.


Seu contrato termina no final do mês.


Ele só conseguiu ser titular três vezes este ano. Em dez participações na equipe, marcou um único gol. 


Foi enorme decepção.


A aposta foi do ex-treinador do clube, Jorge Jesus.


A ordem da diretoria é fazer dinheiro como puder.


Diego Alves tem grande chance de seguir sua carreira em outro clube.


O goleiro, com 35 anos, tem o contrato terminando também no final do mês.


Desde maio há reuniões frustradas para a renovação.


O jogador teve duas propostas para jogar no Oriente Médio. E recusou, acreditando que renovaria por mais dois anos com o Flamengo.


E o acordo chegou a estar acertado.


Só que surgiu Hugo e o jovem arqueiro foi muito bem. O presidente Rodolfo Landim mandou que cancelar o compromisso. Diego Alves. 


Ele recebe cerca de R$ 700 mil.


Passaria a ganhar, R$ 1 milhão.


Setoristas do clube garantem que Landim mandou reduzir a oferta para R$ 800 mil.


Diego Alves ficou decepcionado, porque o acordo havia sido fechado.


E as chances de deixar o clube são reais.


Thiago Maia, operado, também é outro que será reavaliado.


Ele foi emprestado pelo Lille, com preço fixado em 7 milhões de euros, cerca de R$ 44 milhões. Quantia que o clube carioca não pagará.


Além dos três, Gustavo Henrique, Léo Pereira e Michael foram grandes decepções. E o clube não fará questão de manter o trio. Todos escolhidos por Jesus, não conseguiram mostrar o mesmo futebol do Santos, Athletico e Goiás.


Sentiram demais a pressão de atuar pelo clube mais popular do país.


O atacante, que parecia brigar para ser o ’12º jogador’, o ‘primeiro reserva’, viu Vitinho assumir o posto.


Em compensação, os zagueiros se revezaram em falhas infantis que comprometeram a caminhada do Flamengo em 2020.


A diretoria sabe que terá de fazer dinheiro para fazer a contratação do único jogador emprestado que foi aprovado, com louvor: Pedro.


Os dirigentes cariocas imploraram para a Fiorentina, tentaram reduzir preço do atacante de 23 anos. Mas os italianos se mantiveram firmes. Além do ótimo desempenho no clube, o jogador passou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Portanto, não viu motivos para baixar seu preço.


São 14 milhões de euros, R$ 88 milhões. Ao contrário do que foi divulgado pela imprensa carioca, os 2 milhões de euros, cerca de R$ 12 milhões, não serão abatidos da compra. 


Ou seja, o clube precisa fazer dinheiro.


O presidente Rodolfo Landim tem a filosofia capitalista, fria. Ele quer saber do lucro. E já autorizou seus comandados a receber ofertas pelos jogadores na Gávea.


Depois do fracasso na Libertadores e na Copa do Brasil, não há intocáveis. 


Mesmo os mais valorizados, como Gerson, Bruno Henrique e Gabigol.


Toda proposta será avaliada.


A previsão da diretoria era chegar, no mínimo, nas semifinais da Libertadores. Com a queda nas oitavas, deixou de faturar R$ 20 milhões. Na Copa do Brasil, foram R$ 7 milhões que o clube não faturou, não passando para as semifinais.


Domènec Torrent tem R$ 12 milhões a receber e só quer sair do Rio de Janeiro depois de acertar sua pendência. Ele foi demitido no dia 9 de novembro.


O trabalho de Rogério Ceni será avaliado de maneira muito séria.


Há enorme decepção pelas eliminações na Copa do Brasil e Libertadores.


Principalmente por suas substituições desastrosas ontem.


Como tirar Arrascaeta e Everton Ribeiro.


O Brasileiro servirá como parâmetro do treinador.


Seu contrato até o fim de 2021 pode ser rompido muito antes.


Ele sabe disso.


O título, da única competição que restou, passou a ser ‘questão de honra’.


A classificação para a próxima Libertadores é mais que obrigação.


As torcidas organizadas prometem pressionar para valer o elenco, depois das duas eliminações.


O clima na diretoria, que nunca foi de harmonia, tem tudo para ficar pior.


O clube que se assumia ‘de outro patamar’ em 2019, sugerindo que era do nível dos grandes europeus, vive uma típica crise de clubes sul-americanos.


E cuja primeira resposta é vender jogadores e desistir de contratações encaminhadas.


O Flamengo se enxerga igual a todos neste país…

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