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MS já distribuiu os lotes de Coronavac para todos os municípios | Notícias de Campo Grande e MS

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Edemir Rodrigues/Portal MS

Coronavac

Entre a noite desta segunda-feira (18) e as primeiras horas de terça-feira (19) os lotes com doses da vacina Coronavac, foram distribuídos para os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. As 158.760 doses do imunizante chegaram ao Estado na tarde de ontem por meio da Base Aérea de Campo Grande. De lá foram para a Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica (Ceve) para depois serem distribuídas aos municípios através de uma força-tarefa entre as secretarias de Estado de Saúde (SES) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

A agilidade no processo de distribuição foi determinada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). “Construímos toda uma logística para que a vacinação contra a Covid-19 iniciasse imediatamente após o recebimento dos imunizantes. Temos pressa. Queremos salvar vidas, desafogar os sistemas de saúde e recuperar os empregos”, ressaltou o governador.

O processo de distribuição teve início pouco antes das 20h de segunda-feira com o carregamento de Campo Grande. O último lote saiu por volta das 4h de terça-feira, com destino aos municípios das regiões da Grande Dourados e do Vale do Ivinhema. “As prefeituras já estão distribuindo as vacinas para as unidades de saúde e já estão prontas para começar a vacinação”, completou o secretário Geraldo Resende.

Vacinação
A quantidade de doses da Coronavac enviada a cada município foi definida pelo Ministério da Saúde considerando os públicos prioritários. A primeira etapa de vacinação é destinada aos idosos que moram em instituições de longa permanência, além dos trabalhadores de saúde que estão na linha de frente de combate à Covid-19 e de indígenas que vivem em aldeias rurais.

“Vamos respeitar o Plano Nacional de Imunizações (PNI) e vamos vacinar, nesse primeiro momento, os grupos prioritários. É importante que a população em geral saiba desse regramento para não fazer pressão nas unidades de saúde. Então, começamos com a população indígena, com os idosos que moram em instituições de longa permanência e com os profissionais de saúde que atuam na linha de frente, em unidades públicas e privadas”, pontuou Resende.

 



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