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Secretário avisa que, se comprar vacina, vai festejar com “porre” – Jogo Aberto

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Ontem mais um carregamento de vacinas chegou, em avião adesivado com a logo do Palmeiras. (Foto: Paulo Francis)

Tomar todas – A comemoração vai ser das grandes, diz o secretário de Saúde, Geraldo Resende, caso dê certo a compra de 1 milhão de doses da Coronavac pelo governo de Mato Grosso do Sul. “Vou tomar um porre”, avisou.

Atirando pra todo lado – O governador Reinaldo Azambuja já manifestou o interesse ao governo de São Paulo, ainda não há confirmação da compra no Butantan, mas a quantidade seria suficiente para alcançar a imunização de mais de 22% da população. Paralelo a essa investida, MS também está de olho na  Sputnik V, da Rússia.

Espera um pouco – Geraldo só não vai poder “tomar todas” imediatamente, se também entrar na lista de vacinação. Especialistas alertam que o consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado, antes e depois, porque o álcool baixa a imunidade.

Verdão – A aeronave da Gol que levou os campeões da Libertadores da América do Rio de Janeiro para São Paulo, na madrugada de 31 de janeiro, foi o mesmo que trouxe para Mato Grosso do Sul 32 mil doses da vacina contra a covid-19.

Adesivada – O avião, que foi adesivado com o escudo do Palmeiras na dianteira e traseira, chamou atenção de quem aguardava pela chegada do imunizante no aeroporto de Campo Grande, no mesmo dia em que o Verdão disputou a semifinal do Mundial de Clubes.

Boas compras – Preso já produziram bolas, aros de bicicletas, pães e agora vão consertar carrinhos de supermercados. A oficina foi inaugurada como mais uma forma de ressocialização do regime semiaberto de Campo Grande. A “Central de Carrinhos”, fica no Centro Penal Agroindustrial Gameleira.

Moderno – Ainda não chegou à UFMS ou à UFGD, mas estudantes de graduação de universidades federais vão poder cursar disciplinas em outras universidades de forma remota. O Programa de Mobilidade Virtual em Rede de Instituições Federais de Ensino começou de forma piloto em 4 instituições do País.

Esquecimento – O STF (Supremo Tribunal Federal) analisa o chamado “direito ao esquecimento”. Nos bastidores, a expectativa é de que seja negada a possibilidade de autorizar que nomes ou imagens sejam apagadas de páginas, sites ou mecanismos de busca na internet, sob alegação de constrangimento ou sofrimento.

Voto – Até agora, o único voto é do relator, Dias Toffoli, contrário ao direito ao esquecimento. O julgamento será retomado na próxima quarta-feira (10).

Segue no ar – Esse tipo de pedido é bem conhecido por empresas de comunicação. Mas, o caso em debate, que abrirá jurisprudência, é processo de autoria da família de Aída Curi, morta em 1958 no Rio de Janeiro após uma tentativa de estupro. Os parentes pedem a reparação de danos em razão de o assassinato ter sido relembrado pelo programa “Linha Direta”, da TV Globo, em 2004.

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